Distribuir o amor

Qual o problema em gostar de todas?

 Cada uma com seu particular e delicioso sorriso, aquele olhar que diz (quase) tudo e os acessos de raiva que terminam em beijos.

Que mal faz querer ter de todas o carinho reconfortante e um sorriso de cumplicidade?

De quem é a lei que me faz ser privado do doce sabor de ter a todas em meu abraço protetor? Afinal, isso não seria distribuir o amor?

 

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Texto sem título

 

A vida é imprevisível, caprichos do destino nos afastam ou nos aproximam da felicidade sem que se possa fazer muito e é sobre isso que escrevo hoje, a história que pode ter acontecido, estar acontecendo ou vir a acontecer com duas pessoas. Encontros e desencontros que a vida proporciona.

Ele já não era tão jovem enquanto ela, começava a descobrir a vida, se preparando para um futuro que já era o presente dele.

Personalidades distintas em dois corpos fisicamente distantes, mas, aproximados virtual e repentinamente pelos cabos e ondas da tecnologia moderna.

As noites em preto e branco do passado, passaram a ter cores alegres e a realidade pôde ser burlada pela antiga porém poderosa, magia das palavras.

Ele a despertou, ela o acalmou. Nos maravilhosos momentos de uma união impossível pela distância, se sentiram juntos para depois se separarem, cada qual inserido novamente no tom cinzento de um frio cotidiano.

Talvez esta história tenha chegado ao fim ou apenas a seus primeiros capítulos, não é possível saber o que guarda o amanhã, mas, alguns momentos ficarão marcados para sempre, afinal, não existe passado, presente ou futuro para o que é eterno.